Alcance claro
O que cobre, o que não cobre e como se atende cada tipo de incidente.
Nem todos os contratos de manutenção cobrem a mesma coisa. O importante é conhecer o alcance, os prazos, a prevenção, a segurança e o modelo real de suporte.
A diferença entre um contrato útil e um fraco costuma estar nas condições menos visíveis: prevenção, monitorização, segurança, documentação e escalada.
O que cobre, o que não cobre e como se atende cada tipo de incidente.
Não ficar apenas a apagar incêndios: monitorização, revisões e manutenção preventiva.
Resposta, criticidade e procedimento de escalada definidos por escrito.
Utilizadores, Microsoft 365, rede, backups, endpoints e peças críticas bem contempladas.
Suporte remoto, presencial, administração, monitorização, backup e cibersegurança se aplicável.
O que fica fora do contrato e o que se fatura à parte para evitar surpresas.
Resposta comprometida, horários, severidades e forma de contacto.
Relatórios, inventário, documentação e revisões periódicas do ambiente.
Há contratos muito baratos que só servem para reagir tarde. Se o ambiente é importante para o negócio, o contrato deve reduzir paragens, dependência interna e riscos evitáveis.
Não. Um contrato costuma implicar um alcance recorrente mais amplo, com acompanhamento e maior previsibilidade.
Se o objetivo é reduzir incidentes e paragens, deveria incluir pelo menos uma camada preventiva e não apenas reação a avarias.
Sim, porque muitas diferenças reais entre fornecedores aparecem precisamente no que não está coberto.
Se já tem fornecedor atual, também podemos ajudá-lo a comparar o alcance e identificar lacunas.
Deixe-nos o seu telefone e entraremos em contacto consigo em menos de 1 hora.
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